por Dima Lourenço Marquez
A
propósito da formação da família do ponto de vista espiritual e daí a
diversidade de condições de relacionamento familiar, os leitores terão, neste
espaço, contato com importante citação.
R.A.
Ranieri, no seu livro “Divórcio segundo o
Espiritismo”, no capítulo intitulado “Casamento por Provação”, diz:
“Os
espíritos se ligam a outros espíritos por laços e acontecimentos de outras
vidas. Como ainda o nosso mundo é um mundo de espíritos inferiores e a sua
população encarnada e desencarnada, inferior na sua quase totalidade, os
casamentos na Terra se realizam entre espíritos que têm sérios compromissos com
a lei. Casam-se para dar oportunidade a espíritos credores ou devedores de
renascerem para possuir um copo e prosseguirem na marcha evolutiva.
“Não
se pode esperar deles muito entendimento no lar, porque, na maioria das vezes,
são espíritos que entre si, já se odiaram e talvez ainda se odeiem. Seus
filhos, por sua vez, também seriam espíritos em desarmonia com els. O lar, por
isso, não será um lar de paz.
“Essa
situação poderá conduzir, após o casamento, a total incompreensão que conduzirá
aos maus tratos e à violência, o que enseja e forçará o divórcio: única
solução, às vezes, para evitar um crime ou suicídio, que são compromissos
maiores ainda com a lei.
“Solução
também drástica, violenta, mas única solução.
“E
assim terá razão Allan Kardec: “O divórcio é lei humana que tem por objetivo
separar legalmente o que já, de fato, está separado”.
“Os
casamentos em sua maioria são por provação, por desentendimento de outras
vidas, por incompreensão milenar”.
Texto extraído do jornal "A Nova Era".
Responsabilidade Editorial: Idefran - Instituto de Divulgação Espírita
de Franca.
Número 2107 -
outubro 2014 - Ano 86
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