domingo, 30 de novembro de 2014

Mediunidade

 

Palavras do Autor

Sim, meu amigo, observa a cachoeira que surge aos teus olhos.
É um espetáculo de beleza, guardando imensos potenciais de energia.
Revela a glória da Natureza.
Destaca-se pela imponência e impressiona pelo ruído.
Entretanto, para que se faça alicerce de benefícios mais amplos, é indispensável que a engenharia compareça, disciplinando lhe a força.
É então que aparece a usina generosa, sustentando a indústria, estendendo o trabalho, inspirando a cultura e garantindo o progresso.
Assim também é a mediunidade.
Como a queda d’água, pode nascer em qualquer parte.
Não é patrimônio exclusivo de um grupo, nem privilégio de alguém.
Desponta aqui e ali, adiante e acolá, guardando consigo relações convincentes e possibilidades assombrosas.
Contudo, para que se converta em manancial de auxílio perene, é imprescindível que a Doutrina Espírita lhe clareie as manifestações e lhe governe os impulsos.
Só então se erige em fonte contínua de ensinamento e socorro, consolação e bênção.
Estudemo-la, pois, sob as diretrizes kardequianas  que nos traçam seguro caminho para o Cristo de Deus, por intermédio da revivescência do Evangelho simples e puro, a fim de que mediunidade e médiuns se coloquem, realmente, a serviço da sublimação espiritual.
Texto extraído do livro“Estudando a Mediunidade” – de Martins Peralva
Emmanuel
Página recebida pelo médium Francisco Cândido Xavier,
na noite de 21/10/1956, em Pedro Leopoldo (MG).

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